Escândalo do programa Petróleo por Comida
O escândalo veio à tona no início do ano passado, depois que um jornal iraquiano publicou uma lista de cerca de 270 pessoas e organizações – entre elas funcionários da ONU, políticos e empresas – que teriam lucrado com a venda irregular de petróleo enquanto o programa estava em vigor.
A ONU foi criticada, já que era a organização responsável pela administração do Petróleo por Comida.
Políticos e funcionários da ONU de dezenas de países ficaram sob suspeita de terem sido subornados para fazer lobby em favor do Iraque, para que as sanções fossem derrubadas. Representantes das Nações Unidas também estão sendo acusados de não ter agido para acabar com as irregularidades.
Mas os simpatizantes da ONU dizem que é inevitável que erros ocorram no gerenciamento de uma grande operação como o Petróleo por Comida.